Há registro forte de que a apresentação ocorreu.
História do Festival da Cachaça
De 1994 a 2026: mais de três décadas de produção local, cultura, gastronomia e música.
Explorar a linha do tempo ↓Um festival criado para valorizar a produção local
O Festival da Cachaça foi idealizado pela ACIANC — Associação Comercial e Agropecuária de Novo Cruzeiro — e teve sua primeira edição em 1994. O objetivo era valorizar a cachaça produzida nos alambiques locais e incentivar a micro e pequena indústria.
O evento começou na Avenida Júlio Campos, no centro da cidade. Com o crescimento do público, passou a ser associado ao Parque de Eventos José Barrack Sobrinho, implantado na primeira década dos anos 2000 no antigo campo conhecido como “Carecão”.
Níveis de evidência
A página preserva a diferença entre um show comprovado, uma atração anunciada, uma contratação e uma informação ainda incompleta.
A apresentação aparece em cobertura ou registro suficientemente forte.
Consta em programação, cartaz ou matéria prévia.
Há contratação pública, mas isso sozinho não prova que o show ocorreu.
Há referência indireta ou secundária, ainda insuficiente para confirmação.
A edição é conhecida, mas a programação ou o nome do artista não foi recuperado.
A atração foi anunciada, mas a apresentação não ocorreu.
As fontes apresentam nomes, datas ou informações divergentes.
Linha do tempo completa
Abra cada edição para consultar as atrações musicais e as observações documentais disponíveis.
1994–2007
Nasce o Festival da Cachaça
Idealizado pela ACIANC — Associação Comercial e Agropecuária de Novo Cruzeiro —, o festival nasceu para valorizar a produção dos alambiques locais e incentivar a micro e pequena indústria. A primeira edição aconteceu na Avenida Júlio Campos, no centro, ainda com público reduzido.
Origem histórica confirmada
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Primeiros anos e o grande vazio documental
A sequência das edições é reconstruída entre a 1ª edição de 1994 e a XIV edição oficialmente documentada em 2007. A pesquisa não recuperou cartazes ou listas confiáveis de shows desses anos em acervos públicos digitais.
Edições reconstruídas pela sequência histórica
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Um marco documental oficial
O Diário Oficial registra o “XIV Festival da Cachaça e da Micro-Indústria”. Também foi localizado convênio do Ministério do Turismo no valor total de R$ 80 mil, sendo R$ 60 mil da União e R$ 20 mil de contrapartida municipal.
XIV Festival oficialmente documentado
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2008–2013
A programação musical começa a ficar rastreável
Realizado de 4 a 7 de setembro. Um registro regional contemporâneo destacou dois shows nacionais no fim de semana.
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Grandes shows em registro audiovisual
Vídeo arquivado do festival anuncia “Grandes Shows” e nomeia três atrações, além de mencionar outras sem identificá-las.
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17º Festival
A publicação da dupla João Lucas & Diogo registra sua apresentação no Festival. Há referência secundária a Johnny & Maicky, mantida apenas como indício.
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Uma edição com divergência de datas
As fontes divergem entre 7–10/9 e 8–11/9. A reconstrução adota 8–11/9 como sequência mais consistente, mantendo a divergência registrada.
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6 a 9 de setembro
A programação divulgada anunciava atrações nacionais e “muitos outros”, sem nomear toda a grade.
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O Festival chega à 20ª edição
Realizado de 5 a 8 de setembro, com shows nacionais e regionais e programação musical identificada por nome.
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2014–2019
Uma das edições mais bem documentadas
De 4 a 7 de setembro. A fonte preserva horários de atrações do palco principal, atividades competitivas e música no Butecão.
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Programação extensa, diurna e noturna
De 4 a 7 de setembro, com shows, DJs, atividades e “ressaca” de encerramento.
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Quatro dias de programação detalhada
Realizado de 8 a 11 de setembro, com grade regional e nacional amplamente documentada.
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Uma das evidências mais fortes de execução musical
Realizado de 7 a 10 de setembro. Reportagem publicada depois do festival registra a programação por dia.
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Programação por noite
Realizado de 6 a 9 de setembro, com atrações anunciadas por dia.
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A última edição antes do hiato
As fontes divergem sobre o intervalo completo do evento. A cobertura confirma atrações da abertura, enquanto documentos públicos comprovam contratações de outros artistas.
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2020–2021
Sem edição numerada localizada
A sequência pública passa do 26º Festival, em 2019, diretamente para o 27º em 2022. O intervalo coincide com a pandemia de COVID-19, mas a pesquisa não localizou um ato municipal específico que permita atribuir documentalmente a causa de cada ano.
Nenhuma edição numerada contabilizada
2022–2026
O Festival retorna
Realizado de 8 a 11 de setembro. O Sebrae estimou aproximadamente 40 mil visitantes para a edição e destacou a comercialização de cachaças, gastronomia mineira e programação cultural.
≈ 40 mil visitantes — estimativa do Sebrae
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Programação parcialmente recuperada
Realizado de 7 a 10 de setembro. Três atrações principais foram confirmadas por reportagens publicadas nos próprios dias dos shows; a programação completa não foi recuperada.
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Cartaz e contratações ajudam a reconstruir a edição
Realizado de 5 a 8 de setembro. Para algumas atrações de apoio, o dia exato não foi recuperado.
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Uma edição marcada por um cancelamento de destaque
Realizado de 4 a 7 de setembro. João Gomes estava anunciado para 6/9, mas cancelou a apresentação para acompanhar o nascimento do filho; por isso não é tratado como show realizado.
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31º Festival — programação conhecida antes do evento
Programado para 4 a 7 de setembro. O dossiê foi fechado em 31/08/2026, portanto as atrações abaixo aparecem como contratadas/programadas e não como apresentações realizadas.
Edição futura na data de corte do dossiê
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Você possui um cartaz, fotografia ou registro antigo?
Os maiores vazios documentais estão nos primeiros anos do Festival. Registros guardados por moradores, comerciantes, produtores, ACIANC, Prefeitura ou Câmara podem ajudar a reconstruir essa memória com mais precisão.